A isca no WhatsApp
Chega a mensagem: é o “seu advogado”, com a foto e o nome certos. Pede um depósito de garantia, uma assinatura, um dado. Parece real — e é o primeiro passo do golpe.
A sala de reunião onde não existe link para vazar. Cada pessoa entra com a sua chave — e a conversa fica de verdade só entre você e o seu cliente.
O golpe começa com uma mensagem no WhatsApp e se fecha numa chamada de vídeo com voz e rosto criados por IA. No meio, um link que vaza e um robô que grava. Basta uma porta aberta.
Chega a mensagem: é o “seu advogado”, com a foto e o nome certos. Pede um depósito de garantia, uma assinatura, um dado. Parece real — e é o primeiro passo do golpe.
Para convencer, marcam uma chamada de vídeo. Um vídeo falso, feito por computador, copia o rosto e a voz: o terno, o tom certo, a estante ao fundo. O cliente confia — e transfere o dinheiro.
Encaminhado num grupo, num e-mail, num print. Quem tem o link, entra. E quem entra sem ser convidado, engana ou espiona.
“Assistentes de reunião” entram calados e transcrevem cada palavra sigilosa para um servidor lá fora. O segredo profissional vira dado de terceiro.
A regra de ouro: se não foi na sala, com a sua chave, não foi o seu advogado. Combine isso com seus clientes e o WhatsApp deixa de ser porta de golpe.
Se não há link, não há o que vazar. Cada participante entra com uma chave pessoal, gerada por token no próprio celular — a mesma tecnologia dos bancos. Sem a chave, você simplesmente não existe para aquela reunião.
Não é “mais uma sala de vídeo”. É uma sala feita para proteger o segredo entre o advogado e o cliente.
Só entra quem tem a chave.
Nem o golpista · nem a IA que grava
Quantas conversas sigilosas o seu escritório teve esta semana? Cada uma foi uma aposta. Agende 15 minutos e veja um golpe ser barrado ao vivo.
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